
Modelo de Aprendizagem Profunda busca desenvolver autonomia e preparar alunos para o futuro
Ponta Porã deu mais um passo rumo à inovação educacional ao firmar parceria com a Fundação Shunji Nishimura para implantação do projeto de educação imaginal na rede municipal de ensino. O modelo, baseado na Aprendizagem Profunda da escola canadense Master’s Academy & College, de Calgary, já apresenta resultados positivos em diversas regiões do Brasil e do mundo.
A proposta tem como premissa o desenvolvimento da autonomia e da excelência acadêmica dos estudantes, com foco na formação de indivíduos capazes de prever e construir um futuro ainda inexistente.
O lançamento no auditório da Prefeitura Municipal na manhã desta quinta-feira, dia 23, contou com a presença do prefeito Eduardo Campos, da primeira-dama Paula Consalter Campos, da secretária municipal de Educação, Eliana Fernandes, além de especialistas como o professor Dr. Elvis Fusco, superintendente executivo da Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia, e o professor Ivan Lyo Shiozawa, consultor do ITC Brasil. Também participaram gestores escolares e representantes da comunidade educacional.
Durante o evento, o prefeito destacou que a iniciativa não será imposta às unidades escolares, mas apresentada como uma oportunidade de transformação. Segundo ele, a proposta representa um convite ao crescimento coletivo na educação pública. “É uma oportunidade para evoluirmos como pessoas, profissionais e cidadãos, oferecendo mais qualidade na formação dos nossos alunos”, afirmou.
O professor Dr. Elvis Fusco ressaltou o caráter transformador da parceria e anunciou a intenção de desenvolver, no Parque Tecnológico Internacional (PTIn), o Programa Genomas, voltado ao avanço de pesquisas sobre a relação entre genética e saúde, com impactos diretos na prevenção e tratamento de doenças.
Ao abordar a educação imaginal, Fusco enfatizou a importância de promover autonomia no processo de aprendizagem, envolvendo alunos, professores e gestores. Ele citou estudo da NASA que aponta a perda gradual da criatividade ao longo dos anos escolares, reforçando a necessidade de modelos educacionais mais inovadores.
“A nossa função é criar soluções, mas o modelo atual ainda prepara os alunos apenas para provas. Precisamos de uma educação que desenvolva visão de futuro e capacidade de criação”, concluiu.
Edilson José, Assessoria de Comunicação







